Fonseca 2007
Vinho do Porto Vintage
Cor negra escura impenetrável, com reflexos púrpuras. Como seria de esperar de um Fonseca, o nariz está dominado por fruta muito potente e concentrada.
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Notas de Prova
Impenenetrable inky black colour with purple highlights. As would be expected of Fonseca, the nose is dominated by a massively potent and concentrated fruitiness, packed with dense blackcurrant and blackberry aromas.
Notes of coffee and exotic wood and hints of wild herbs and mints. The palate is rich and luscious, with thick velvety and wonderfully well integrated tannins enveloped in succulent jammy fruit and rich dark chocolate flavours.
Neal Martin
Neal Martin
www.erobertparker.com
Maio 2009 - 96 Pontos
"Centro límpido, púrpura-granate. O nariz é Fonseca por excelência, como uma festa desenfreada, alcançando o seu ponto culminante no copo. Cerejas negras maceradas, aguardente, ameixa de damasco, figos e um toque de laranja amarga. Depois, o fascinante é que o alvoroço diminui quando o vinho é arejado, tornando-se mais focado... como se o anfitrião tivesse pedido a todos para se acalmarem.
A entrada no paladar é poderosa e especiada, frutas de baga negras doces e maduras, um toque de especiarias, figo e alperce, agradável coesão e volume, abrindo caminho a um profundo e alegre final que reveste a boca desse devaneio tão próprio do vinho do Porto. Talvez mais acessível do que o 2000 ou o 2003 na mesma altura; é um Fonseca maravilhoso."
James Suckling
James Suckling
Wine Spectator
Maio 2009 - 94 Pontos
Framboesa cozida, com toques de casca de limão e folhagem. Encorpado e medianamente doce, com uma maravilhosa densidade e um final de boca doce, frutado e tânico. Equilibrado, mas musculado. Um pouco desapontante, mas claramente extraordinário.
Notas do Ano
Depois de quatro anos quentes e secos, o pluvioso inverno que precedeu a vindima de 2007 permitiu a reposição das reservas de água na região do Douro. As condições de tempo húmido permaneceram durante a primavera e início do verão, com temperaturas inferiores às normais para aquela época e combinadas com períodos de chuva. Não se registaram períodos significativos de intenso calor durante os meses de verão. Isto garantiu que a canópia das vinhas estivesse em perfeito estado e conseguisse retirar o máximo benefício do tempo fresco que precedeu a vindima.
As duas primeiras semanas de setembro apresentaram temperaturas diárias constantes entre os 35ºC e os 38ºC. Estas condições de tempo cálido e seco permitiram a perfeita maturação das uvas, fazendo avançar a produção de açúcar e fenóis, mas mantendo a excelente acidez natural resultante do verão relativamente fresco. Como consequência, a vindima deu mostos perfeitamente equilibrados que originaram vinhos elegantes e com estilo, cheios de vitalidade e com um caráter de fruta maravilhosamente concentrado e fresco.
