Fonseca 2011
Vinho do Porto Vintage
Núcleo negro retinto com fino bordo roxo. O nariz abre-se numa densa massa de amoras pretas e groselha.
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Notas de Prova
Núcleo negro retinto com fino bordo roxo. O nariz abre-se numa densa massa de amoras pretas e groselha. Compacto e concentrado, apresenta grande pureza - uma característica do vintage 2011. O nariz abre-se gradualmente revelando uma matriz de inebriantes aromas de ervas aromáticas, discretas notas de madeira exótica, massapão e ameixa, assim como uma atractiva mineralidade de grafite. Sólido, com taninos bem integrados que conferem volume e firmeza na boca, com reservas de densa fruta negra e repleto de chocolate preto e alcaçuz. É um vintage vigoroso e cheio de fruta, como é tradição dos Vintages Fonseca.
Informação Geral
A excepcional vindima de 2011 produziu extraordinários resultados no vale do Douro. No dia 23 de Abril de 2013, a Fonseca anunciou a sua decisão de declarar 2011 como ano vintage, lançando o clássico vinho do Porto Fonseca Vintage. Seguem-se os comentários sobre este vinho e o seu ano vitivinícola:
Adrian Bridge, Director Geral:
"As excelentes condições de maturação que culminaram na vindima de
2011 produziram vinhos do Porto vintage clássicos com grande
equilíbrio, no qual o Fonseca 2011 não é excepção. A densa fruta
negra, que é característica dos vintages da Fonseca, está bem
patente mas, com muita complexidade e finesse."
David Guimaraens, Enólogo:
"A época de maturação foi quente e seca mas as vinhas tinham à sua
disposição abundantes reservas subterrâneas de água acumuladas
durante a chuvosa Primavera. Desta forma, as vinhas nunca estiveram
sob stress hídrico e produziram uma colheita perfeitamente madura,
originando vinhos extraordinariamente equilibrados e completos. A
qualidade da fruta do Fonseca 2011 é excepcional bem como os muito
bem integrados taninos, que conferem ao vinho volume e
estrutura."
O lote do Vintage Fonseca é composto pelos melhores vinhos
provenientes de três propriedades: a Quinta do Cruzeiro no vale do
Pinhão, uma propriedade que contribui para os vintages da Fonseca
desde 1912; a Quinta do Panascal, principal quinta da Fonseca, e,
finalmente, a Quinta de Santo António.
Notas do Ano
O início do ano foi marcado pelo frio e pela chuva. Durante cinco meses, de Novembro a Abril, quase 500 milímetros de chuva caíram no Pinhão no coração do Cima Corgo. A chuva no Inverno e na Primavera foi fundamental pois repôs as esgotadas reservas subterrâneas de água que permitiram enfrentar uma muito seca época de maturação.
O abrolhamento ocorreu, como esperado, perto do terceiro fim-de-semana de Março e as quentes e húmidas condições em Abril encorajaram o vigoroso crescimento. De 1 de Maio a 21 de Agosto o tempo quente e muito seco instalou-se, com uma curta canícula no fim de Junho.
Contudo a abundante água no solo permitiu a formação de cachos perfeitos e uma equilibrada maturação das uvas. Uma chuvada absolutamente oportuna no dia 21 de Agosto e no dia 1 de Setembro provocou o refinamento da colheita. A primeira propriedade da Fonseca a iniciar a vindima foi a Quinta do Panascal no vale do Távora, com as primeiras uvas a serem colhidas no dia 13 de Setembro.
Na Quinta do Cruzeiro no vale do Pinhão o início foi a 15 de Setembro. Na Quinta do Santo António, a quinta biológica no vale do Pinhão, a vindima teve início dez dias mais tarde, a 25 de Setembro. Os vinhos de cada uma destas propriedades apresentaram-se fortemente aromáticos e com uma impressionante profundidade de cor.
