Panascal 2001
Quinta do Panascal
Profunda cor preta/púrpura. Encantadoramente cheio, tipicamente Fonseca, voluptuoso.
- 2008
- 2005
- 2004
- 2001
- 1998
- 1996
Notas de Prova
Profunda cor preta/púrpura. Encantadoramente cheio, tipicamente Fonseca, voluptuoso. Fruta deliciosamente gulosa e pungente - compota de cereja e de ameixa preta. Rico e cremoso. Nariz de poderosa, aromática e rica fruta fresca. Agradável toque de cedro. Mais uma vez fruta gulosa maravilhosamente cheia a chegar à boca. Carnudo, rico, arredondado. Uma sugestão de alcaçuz. Taninos em grande quantidade, mas macios. Bom volume e equilíbrio. Final longo e agradável, suculento e persistente.
Anthony Gismondi
Anthony Gismondi
Wine Access
Dezembro 2010 – 92 Pontos
"Aromas a ameixas secas, chá preto, figo seco, especiarias e a laranja dão-lhe um paladar rico e quente, cheio e um pouco tânico e apertado, com boa doçura, mas não enjoativo. Uma boca quente com sabores a café, alcaçuz preto, especiarias, chá preto, figo, amora, ameixa seca e mentol. Impressionante, com muita intensidade e um final quente; precisa de mais 5 a 7 anos para a plena maturidade."
Wine Enthusiast
Wine Enthusiast
Dezembro 2004 – 91 Pontos
"Um forte candidato para o vinho do Porto da colheita. O Quinta do Panascal 2001 da Fonseca possui um nariz cheio de fruta rica e densa. Amoras e ameixas apressam-se na boca; é exuberante e frutado, ainda que com a tendência para mostrá-lo apenas no final."
Steven Spurrier
Steven Spurrier
Melhor Vinho Fortificado
Decanter, Dezembro 2008
"A verdadeira paixão do máximo responsável pela produção de vinho do Porto na Fladgate, David Guimaraens, é a Quinta do Panascal, que é a "Vargellas" da Fonseca. Nariz profundamente frutado e a tabaco, com especiarias e garra. Vivo e persistente, resultado de um verão consistentemente seco. Um Porto para os próximos 10 anos."
Notas do Ano
A temporada vitícola de 2001 foi marcada por um dos invernos mais húmidos registados na história, com extensas inundações e prejuízos na região do Douro. A partir de abril, o tempo ficou mais estável.
O verão apresentou temperaturas moderadamente quentes, com uma brisa contínua que manteve as vinhas arejadas e livres de doenças. No entanto, a longa temporada de crescimento e a quase total falta de chuvas de junho até ao final de agosto, provocaram algum stress às vinhas.
As condições meteorológicas durante a primeira metade da vindima foram as ideais e contribuíram favoravelmente para as fermentações. Dois dias de chuva afetaram o final da vindima, mas, afortunadamente, a maior parte da vindima decorreu com dias secos.
